Eu Assisti: Holocausto Canibal

05 junho 2012

Título original: Cannibal Holocaust
País de origem: Itália
Data de lançamento: 1980
Tempo de duração: 95 minutos
Direção: Ruggero Deodato
Roteiro: Gianfranco Clerici
Elenco: Robert Kerman, Francesca Ciardi, Perry Pirkanen, Luca Barbareschi, Salvatore Basile, Ricardo Fuentes, Gabriel Yorke, Paolo Paoloni, Pio Di Savoia, Luigina Rocchi


Holocausto Canibal conta a história de um professor que vai a Floresta Amazônica em busca de quatro jovens que fazendo um filme na floresta, desapareceram. Eles descobrem estranhas tradições indígenas e os hábitos canibais dos povos locais. Em meio a essa aventura eles descobrem as fitas e os corpos em decomposição dos jovens.
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Ator brincando com a cabeça decaptada da pobre tartaruga.
O longa, filmado na Amazônia, apresenta o lugar como o Inferno Verde, um local opressor repleto de mitos e mistérios. Ao voltar para Nova York o professor é convidado para ir a uma emissora de TV, aonde apresentam os conteúdos das latas de filmes encontradas. O filme é completamente apelativo em minha opinião, cenas de nudez e mortes de animais reais tornam o filme uma tortura. Sete animais foram mortos durante a gravação, dentre eles uma tartaruga que rendeu a cena mais agonizante de todos os tempos.
Cena de empalamento que levou o diretor do filme ao tribunal.
Mesmo assim, ganha pontos pela trilha sonora bem encaixada, tinha expectativas menores para este filme e não imaginei que seria algo tão gore, para quem tem um estomago forte, está aqui um prato cheio. Em uma das cenas matam uma tartaruga, decepando suas patas e a cabeça, abrindo o casco para cozinhar os órgãos, em outra retiram os cérebros de macacos-prego a fim de oferecer aos canibais, lembrando que todas as cenas de violência aos animais são reais.
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As indias idolatram o professor.
Porém eu busquei em tudo isso uma moral para o roteiro, e a única explicação que encontrei é que buscaram criar um dilema: Quem são verdadeiros canibais, os homens civilizados ou os índios? E tentam expor  como cada um de nós é um assassino em potencial.

Trailer:

Resultado Promoção Um Homem de Sorte

*Enviar endereço para erikd@r7.com em até uma semana.
*Atenção:Ganhadores das promoções de A Jornada e Julieta Imortal, seus premios serão enviados após o dia 15 de Junho, junto ao premio da promoção de O Preço de uma lição e o livro Possessão do Booktour.

Essa Semana #3



Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!


Leitura do momento:
Fallen
Li essa semana:
Percy Jackson & Os Olímpianos #1 - O Ladrão de Raios
Última compra:
CD Madonna - Celebration
Livro Mar de Monstros
Desejo comprar urgentemente:
CD Lana Del Rey - Born to Die
CD Nicki Minaj - Pink Friday:Roman Reloaded
Livro A História  - The Zondervan Corporation
Eu falaria para o autor:
“Cara Lauren Kate, espero que seu livro não seja tão ruim como dizem."
Estado de espírito literário:
Entediado.
I in mood for….:
Chick-lit
Hey Mr, Postman (Ultima coisa que chegou do correio):
Nada. D:
Quero ver urgentemente:
Episódio 9 da 1ªTemporada de Once Upon a Time
Última série vista:
Once Upon a Time - Episódio 8
Último filme visto: 
Holocausto Canibal
Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):

Resenha:Percy Jackson & Os Olímpianos #1 - O Ladrão de Raios

Autor: Rick Riordan
Editora:Intrínseca
Ano:2008
 Páginas:400
Comprar:Submarino


O Ladrão de Raios, conta a história de Percy Jackson, nosso personagem principal, que durante toda a sua vida acreditou que era dislexo e com déficit de atenção, até que descobre ser um semideus, filho de um deus, Posseidon, e que esta sendo acusado de roubar o raio mestre de Zeus, e que se não o devolver, irá desencadear uma guerra entre Zeus e Posseidon.

Percy vai para o acampamento Meio-sangue, e precisa enfrentar um minotauro antes de entrar, lá ele é treinado. Percy é enviado para uma missão com Annabeth, filha de Atena e Grover, um sátiro (também conhecido como fauno, metade bode e metade humano), afim de descobrir o verdadeiro paradeiro do raio de Zeus, e salvar sua mãe das garras de Hades, seu tio, que a sequestrou, durante a aventura recebe ajuda do pai e descobre aos poucos os poderes que possui.
Depois que assimilei o fato de meu professor de latim ser um cavalo, fizemos um passeio agradável, embora tivesse o cuidado de não andar atrás dele. Havia participado algumas vezes das rondas com pazinhas para recolher cocô de cachorro na Parada do Dia de Ação de Graças da loja Macy's e, lamento dizer, não confiava na parte de trás de Quíron tanto quanto confiava na da frente.
Personagens são muito bem elaborados, Annabeth é filha de Atena, e por isso está em seu sangue ter sempre boas estratégias, Grover é um sátiro, e consegue ter algum contato verbal com animais. O fato de o livro ser narrado em primeira pessoa me incomoda um pouco, talvez por que a meu ver, se em terceira pessoa, talvez pudesse ter uma dimensão me maior.
-- Bem, Percy, o que aprendemos hoje?
-- Que cães de três cabeças preferem bolas de borrrachas a pedaços de pau?
-- Não. Aprendemos que seus planos são muito, muito ruins!
Para completar sua missão, o trio precisa passar por diversos lugares, Nova York, Las Vegas e Los Angeles, onde enfrentam diversos monstros da mitologia grega como a Medusa, Cérbero, etc. É impossível deixar de comparar O Ladrão de Raios com Harry Potter. Percy seria Harry; Gabe o padrasto de Percy, o tio de Harry, Sr. Dursley; Quíron, professor de Percy no acampamento meio sangue, uma espécie de Dumbledore; e o acampamento seria Hogwarts. Annabeth e Grover seriam respectivamente Rony e Hermione.
"Será? Qual é a coisa mais comum que os deuses faziam nas velhas histórias? Eles andavam por aí se apaixonando por seres humanos e tendo filhos com eles. Você pensa que eles mudaram os hábitos nos últimos poucos milênios?"
O livro para mim peca na falta de ação, os momentos em que ação realmente acontece, são poucos e rápidos, ficando somente na mesma durante toda a missão, não sei explicar direito o que faltou no livro, mas não funcionou para mim, não gostei tanto, e achei o filme em muitos aspectos, dezenas de vezes melhor. Mesmo assim vou ler O Mar de Monstros, e dar outra chance a série e a Rick Riordan, por que nesse primeiro livro a história foi bem morna.
"Em seu bolso havia um conjunto de flautas de bambu que o papai-bode esculpira para ele, muito embora ele conhecesse duas músicas: o Concerto para Piano n. 12, de Mozart, e So Yesterday, de Hilary Duff, e ambas soassem muito mal em flautas de bambu."
A capa é linda, capitulação perfeita da maneira que eu gosto, com a mesma fonte da capa, as letras das páginas são pequenas, poderiam ser um pouco maior, e precisam dar um jeito naquelas letras metalizadas que No meu caso desbotaram completamente na lombar e na capa a perna do R ficando O Ladrão de Paios. Livro bom, história interessante, mas entediante em muitas partes.

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